Terapia Ocupacional em Saúde Mental
Quando a vida perde o ritmo, até as tarefas mais simples podem começar a pesar.
Esta formação amplia meu olhar sobre a relação entre atividade, rotina, papéis ocupacionais, participação, autonomia e saúde mental.
Quero compreender o que ela deixou de viver, fazer, participar ou sustentar por causa do que está sentindo.
Saúde mental também aparece na forma como a pessoa vive o dia.
Trabalho, autocuidado, descanso, relações, responsabilidades, lazer, rotina e participação social fazem parte da experiência humana. Quando esses elementos se desorganizam, o sofrimento pode aparecer também na forma de isolamento, exaustão, perda de sentido, dificuldade de participação e ruptura da rotina.
Pós-graduação em Terapia Ocupacional em Saúde Mental
Formação acadêmica complementar
Pós-graduação lato sensu em Terapia Ocupacional em Saúde Mental, com carga horária de 660 horas.
Essa formação complementa minha atuação em saúde mental, comportamento humano e contexto laboral, sem substituir as atribuições profissionais legalmente reservadas ao Terapeuta Ocupacional.
Trabalho de conclusão
“A IMPORTÂNCIA DA TERAPIA OCUPACIONAL EM SAÚDE MENTAL: A SÍNDROME DE BURNOUT EM TRABALHADORES – UMA PESQUISA TEÓRICA NA MINERAÇÃO”
O estudo reforça a relação entre saúde mental, organização do trabalho, rotina, desgaste emocional e participação ocupacional.
“Às vezes, reconstruir a vida começa por reconstruir o cotidiano.”
Uma pessoa pode compreender racionalmente o que está acontecendo e ainda assim não conseguir retomar o ritmo, o prazer, a organização ou a participação que tinha antes. Por isso, olhar para o cotidiano ajuda a enxergar o sofrimento para além do sintoma isolado.
Onde esse olhar pode contribuir
Rotina e equilíbrio
Observar sobrecarga, perda de organização, ausência de descanso e rupturas importantes no cotidiano.
Burnout e trabalho
Compreender como exigências ocupacionais prolongadas podem afetar energia, participação e sentido.
Retomada de papéis
Refletir sobre os papéis que a pessoa ocupa na família, no trabalho, na comunidade e consigo mesma.
Participação e autonomia
Identificar barreiras internas e externas que dificultam participação, presença e reconstrução da rotina.
O trabalhador não deixa sua história do lado de fora quando entra na empresa.
O cotidiano laboral interfere em energia, atenção, relações, tomada de decisão e percepção de risco. Por isso, esse conhecimento se conecta diretamente com ergonomia, riscos psicossociais, prevenção, liderança e Terapia Laboral.
Conhecimento complementar exige clareza de limites.
Esta página apresenta conhecimentos oriundos de formação em Terapia Ocupacional em Saúde Mental e sua integração com minha atuação em desenvolvimento humano, saúde mental e contexto laboral. Ela não representa exercício profissional privativo de Terapeuta Ocupacional.
Situações que exijam avaliação, diagnóstico ou intervenção de profissão regulamentada devem ser encaminhadas ao profissional habilitado correspondente.
Compreender o cotidiano é também compreender como a vida está sendo vivida.
Conhecimentos diferentes. Uma mesma finalidade: compreender pessoas, transformar decisões e proteger vidas.
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