NR 35 – Trabalho em Altura
Fevereiro 3, 2017NR 33 – Segurança e Saúde nos Trabalhos em Espaços Confinados para Supervisores de Entrada
Março 31, 2020
TREINAMENTO NR-33 • VIGIA E TRABALHADOR AUTORIZADO
Espaços Confinados
Vigia e Executantes
Em espaço confinado, cada pessoa precisa compreender
o seu papel antes que a atividade comece.
O treinamento COTECAP® prepara Vigias e Trabalhadores Autorizados
para reconhecer riscos, utilizar corretamente os equipamentos,
cumprir os procedimentos previstos e agir com consciência
durante toda a permanência no espaço confinado.
ENTRADA SEGURA EXIGE PRESENÇA
O Vigia acompanha.
O Trabalhador Autorizado executa.
E ambos precisam saber reconhecer quando a condição mudou.
Comunicação, percepção de risco e respeito aos procedimentos
são partes inseparáveis da proteção em espaços confinados.
POR QUE ESSE TREINAMENTO É ESSENCIAL
Trabalhar em espaço confinado exige disciplina,
comunicação e consciência de risco.
Atmosferas perigosas, deficiência ou enriquecimento de oxigênio,
gases e vapores tóxicos, incêndio, explosão, soterramento,
aprisionamento, inundação e dificuldade de resgate
podem transformar uma falha aparentemente pequena
em uma ocorrência grave ou fatal.
01
Reconhecer
Identificar os perigos antes de entrar.
02
Preparar
Verificar equipamentos, comunicação e condições.
03
Executar
Cumprir procedimentos e limites estabelecidos.
04
Comunicar
Manter contato e informar qualquer alteração.
05
Proteger
Interromper e sair quando a condição deixar de ser segura.
PAPÉIS E RESPONSABILIDADES
Funções diferentes.
A mesma responsabilidade com a vida.
Vigia
Permanece fora do espaço confinado,
acompanha os trabalhadores autorizados,
mantém comunicação, controla acesso
e atua conforme os procedimentos previstos
para situações normais e de emergência.
Trabalhador Autorizado
Entra e executa a atividade conforme a autorização,
procedimentos, medidas de prevenção,
equipamentos e limites estabelecidos para o trabalho.
OBJETIVOS DO TREINAMENTO
Preparar os participantes para agir com segurança
antes, durante e depois da entrada.
Reconhecer os riscos
Identificar perigos atmosféricos e não atmosféricos
presentes no espaço confinado.
Utilizar os equipamentos
Compreender funcionamento, cuidados
e utilização dos recursos previstos para a atividade.
Seguir a PET
Entender os limites e condições estabelecidos
na Permissão de Entrada e Trabalho.
Responder às mudanças
Reconhecer alterações nas condições
e agir conforme os procedimentos definidos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Formação para atuação segura como Vigia
e Trabalhador Autorizado.
Estrutura desenvolvida com base na NR-33 vigente
e aplicada à realidade operacional da organização.
Fundamentos e definições
- Conceitos aplicáveis a espaços confinados;
- Identificação e caracterização dos espaços confinados;
- Responsabilidades dos envolvidos;
- Papéis do Supervisor de Entrada, Vigia e Trabalhador Autorizado;
- Importância da autorização e do controle de entrada.
Reconhecimento, avaliação e controle de riscos
- Identificação de perigos antes e durante a entrada;
- Riscos atmosféricos e não atmosféricos;
- Deficiência e enriquecimento de oxigênio;
- Atmosferas tóxicas e inflamáveis;
- Riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes;
- Medidas de prevenção e controle.
Permissão de Entrada e Trabalho – PET
- Finalidade da PET;
- Condições previstas para autorização;
- Importância do cumprimento dos limites estabelecidos;
- Suspensão e interrupção da atividade;
- Comunicação de alterações das condições previstas.
Equipamentos utilizados
- Instrumentos de avaliação e monitoramento;
- Ventilação e renovação de ar;
- Iluminação e comunicação;
- Equipamentos de proteção coletiva;
- Equipamentos de proteção individual;
- Cuidados básicos de inspeção e utilização.
Monitoramento atmosférico
- Importância da avaliação da atmosfera;
- Condições relacionadas ao oxigênio;
- Presença de gases e vapores perigosos;
- Monitoramento durante a atividade, quando aplicável;
- Reconhecimento de alterações nas condições do ambiente.
Comunicação e controle de acesso
- Comunicação entre Vigia e Trabalhadores Autorizados;
- Controle de entrada e saída;
- Impedimento de entrada de pessoas não autorizadas;
- Comunicação de situações anormais;
- Importância da presença e atenção contínua do Vigia.
Proteção respiratória
- Noções básicas de proteção respiratória;
- Seleção e utilização dos equipamentos aplicáveis;
- Limitações e cuidados;
- Importância do atendimento aos procedimentos definidos pela organização.
Emergência, resgate e primeiros socorros
- Reconhecimento de situações de emergência;
- Acionamento dos recursos previstos;
- Noções de resgate em espaços confinados;
- Noções de primeiros socorros;
- Importância de não improvisar ações de salvamento.
Prática aplicada
- Reconhecimento do espaço confinado;
- Preparação para entrada;
- Verificação de equipamentos;
- Comunicação entre Vigia e Trabalhador Autorizado;
- Utilização da PET como referência operacional;
- Simulação de situações normais e anormais;
- Interrupção segura da atividade.
Percepção de risco e decisão
- Limitações humanas diante de ambientes de difícil acesso;
- Importância da atenção e da comunicação;
- Reconhecimento de sinais de mudança das condições;
- Decisão de interromper antes que a situação se agrave;
- Comportamento preventivo e responsabilidade coletiva.
CARGA HORÁRIA
Formação inicial e capacitação periódica.
FORMAÇÃO INICIAL
16 horas
Capacitação para Vigia e Trabalhador Autorizado.
CAPACITAÇÃO PERIÓDICA
8 horas
Conforme requisitos e periodicidade previstos na NR-33 vigente.
Observação:
O planejamento do treinamento deve considerar
as características dos espaços confinados,
atividades desenvolvidas, riscos existentes
e requisitos legais aplicáveis à organização.
MÉTODO COTECAP® APLICADO À NR-33
Entrar é uma decisão.
Permanecer também.
O treinamento não busca apenas ensinar procedimentos.
Ele fortalece a capacidade de perceber mudanças,
comunicar riscos e agir antes que uma condição insegura
se transforme em emergência.
01Conhecer
02Organizar
03Capacitar
04Despertar
05Reconstruir
06Transformar
07Proteger
A VIDA NO CENTRO
Nenhuma tarefa é tão urgente
que justifique permanecer em uma condição
que deixou de ser segura.
NOSSO DIFERENCIAL
Treinamento conectado à prática
e à realidade operacional.
Documentação aplicada
Contato com modelos e exemplos de PET,
análise de riscos, cadastro de espaços confinados,
listas de verificação e outros registros aplicáveis.
Percepção de risco
O participante aprende a observar
condições do ambiente, sinais de mudança
e fatores que exigem interrupção da atividade.
Prática contextualizada
Exercícios, exemplos e discussões conectados
às características dos espaços,
atividades e riscos da empresa.
DOCUMENTAÇÃO E CERTIFICAÇÃO
Capacitação também exige registro e rastreabilidade.
Lista de presença
Registro dos participantes conforme critérios
definidos para o treinamento.
Avaliação
Verificação de aprendizagem compatível
com o conteúdo e a modalidade aplicada.
Certificação
Emissão de certificado de participação
conforme requisitos aplicáveis.